Eu tinha um post em mente... juro!
Mas o vendedor do picolé conseguiu entrar na quadra (não sei quem abriu para ele)
e dispersou meus pensamentos com seu sininho infernal...
O que mais dizer depois disso senão:
- Moço, tem picolé de açaí?
- Não, tinha mais cedo...
- Ah tá, então bom trabalho, obrigada.
(a essa altura, desejava que ele tivesse ido embora)
- Amanhã eu passo de novo e trago de açaí.
(Esperança de que ele não apareça na hora em que eu estiver postando, ou estudando, dormindo, almoçando, vendo filme, ou um dos meus programas preferidos na tv)
Tá, moço, também não precisa marcar horário...
ou talvez precise, acho que irei sair amanhã...
Na realidade só não quero ser perseguida pelo carrinho do picolé...
Cena:
Eu na rua, andando...
O moço vindo atrás falando: - Menina, o picolé que você pediu naquele dia...
(Imaginei "menina" na expectativa de ele não me chamar de fia ou coisinha, claro)!
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Nesse exato momento as crianças que até então brincavam felizes jogando futebol, resolveram pedir aos respectivos responsáveis dinheiro pra comprar picolé!
(Eu pedi a mainha, mas não colou rsrsrsr)
Enquanto elas não retornam o infeliz distinto vendedor,
continua tocando a disg#@$#@ do sino em frente à quadra.
Perceberam o motivo do post ser só sobre ele né?
Resumo: Não lembrei meu post antigo, e o barulho me deu dor de cabeça.
Filho da mãe, na próxima vez, mando enfiar o picolé dele no c*.
Obviamente depois que ele trouxer o meu de açaí. =P
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